MARANHÃO EM OBRAS

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domingo, 28 de maio de 2017

O episódio na UEMA e o enigma da OAB




As manifestações sociais são ferramentas indispensáveis dentro do estado democrático, norteiam as políticas públicas, a liberdade ideológica e a independência da aristocracia político-moderna, e foi esse fenômeno social manifestado no fórum realizado na última quinta-feira (25) no auditório CES/UEMA.


O objeto de debate era a criação da Universidade Regional Caxias, “UEMA Leste”,, entretanto, a surpresa sempre foi elemento comum nos debates dentro da instituição e não foi dessa vez que deixou ser protagonista.

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Pois bem, as deliberações calorosas como de costume, corriam normalmente e se mostravam bem produtivas, sem obstáculo algum, até o momento em que o presidente da Câmara Municipal de Caxias, Catulé, explanou sobre uma realidade que não lhe pertence, ou melhor, talvez não conheça.

Sem domínio de causa e saber específico, o parlamentar apoiou sem fronteira alguma, a criação da ‘UEMA leste’, sugestão refutada desde a sua Gênesis por grande parte do corpo acadêmico da UEMA, inclusive pelo Diretório Central de Estudantes (DCE); o que acabou lhe rendendo, durante a fala, um coro de vaias.

Ora, não era seu habitar natural, esqueceu ele, que ali, não se tratava da Câmara Municipal de Caxias, nem dos colegas parlamentares castrados por dinheiro público, os quais apoiam cada monossílabo dito por ele.


Logo, o discurso do vereador tornou-se insustentável, a força da juventude esclarecida do município mostrou por A mais B, que os dias de glória de Catulé não estavam ali. Coube a ele então, perder o estado emocional, emitindo, segundo a nota de repúdio do reitor da Uema, palavras de natureza ofensiva a professora e Dr. Valéria Cristina, atual diretora do Campus Caxias UEMA.


Jordana Soares, coordenadora do curso de história da instituição, usando da palavra que lhe foi atribuída, deu um AULÃO 0800 sobre ética e moral a Catulé, arrancando dolorosamente a epiderme apodrecida contida no discurso do presidente da Câmara Legislativa; os alunos da instituição foram ao delírio diante da reciprocidade a altura feita pela coordenadora aos ataques feitos a instituição; não era um dos contos aterrorizantes de Anna Belle, mas um exorcismo ali tinha sido feito, expulsando a parte mais rasteira da política caxiense.

Após o ‘furacão Jordana’ e o NÃO dos acadêmicos da UEMA a politicagem de cartas marcadas, a tropa de ‘blogueiros’ e sites pagos por dinheiro público, trataram de partir para o ataque, ofensiva esta, diga-se de passagem, feita com o aval do Clã Gentil.

A esquizofrenia e psicose da mídia governista tentou implantar a ideia de uma conspiração partidária na instituição, até mesmo o presidente da OAB, o qual deveria se atentar em fiscalizar as injustiças cometidas contra o povo caxiense, saiu em defesa do vereador, alegando que o comportamento hostil na universidade, segundo o contexto apresentado por ele, teria partido dos polos visitantes, alegando nas entrelinhas, movimentos partidários e arquitetados por educadores da instituição, o que coloca em cheque, a seriedade e imparcialidade da subseção da OAB em Caxias, já abaladas pelo apoio escancarado a candidatura de Fábio Gentil no ano de 2016.

Fica claro que a OAB descartou todos os rituais de pretensa neutralidade e equilíbrio em favor de um tratamento abertamente tendencioso e até persecutório.

Quanto ao comportamento do presidente da Câmara Municipal, é evidente, e nem vale a pena, perder mais linhas de texto em provar que o mesmo é incapacitado para exercer uma função tão importante.

Cabe agora, a Fábio Gentil, fazer jus ao diploma de engenheiro, aplicando o conhecimento científico, matemático e até sua criatividade para desenvolver uma solução que coloque ordem na casa, ou melhor dizendo, no seu ‘curral eleitoral’.

Via: Caxias Online

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